Corrigindo o foco para prosperarmos nos vínculos

A palavra nos exorta a termos o mesmo modo de pensar que Jesus tinha. Ele abriu mão de tudo o que era para assumir a forma humana mais humilde que já viveu neste mundo.

(FP 2.5) “Tenham entre vocês o mesmo modo de pensar que Cristo Jesus tinha: Ele tinha a natureza de Deus, mas não tentou ficar igual a Deus. Pelo contrário, ele abriu mão de tudo o que era seu e tomou a natureza de servo, tornando-se assim igual aos seres humanos. E, vivendo a vida comum de um ser humano, ele foi humilde e obedeceu a Deus até a morte-morte de cruz.” (NTLH).

A palavra nos exorta a termos o mesmo modo de pensar que Jesus tinha. Ele abriu mão de tudo o que era para assumir a forma humana mais humilde que já viveu neste mundo.

Desde que o pecado entrou no mundo uma força maligna age no homem tentando fazê-lo seguir o sentido contrário ao que Jesus seguiu. Deus que pensou em ser um homem humilde e servo; homens que pensam em ser deuses.

O amor próprio (orgulho) interfere no bom andamento dos relacionamentos e vínculos, prejudicando a realização do propósito de Deus.

Temos que assumir o mesmo modo de pensar de Jesus. Para que isto aconteça temos que manter nosso foco no Senhor Jesus e em suas atitudes.

Algumas frases que se tornaram comuns entre os discípulos e que na verdade, “camuflam” altos níveis de amor próprio. Frases do tipo: “eu preciso de tratamento”; “eu não estou sendo edificado”; “meu discipulador não me dá tempo de qualidade”; “só eu corro atrás da bola enquanto minha junta fica acomodada”.

Estas frases podem ser verdade tanto quanto a presença do amor próprio naqueles que as utilizam. Por isso, o melhor é pensarmos como Jesus. Começarmos sempre, em qualquer situação, nos esvaziando e assumindo a forma de servos. Alguém vazio de si mesmo e que pensa ser um servo jamais utilizará argumentos que tragam atenção e glória para si.

O que lemos na frase anterior confronta fortemente nossa forma de pensar. No entanto, porque Jesus pensava daquele santo jeito, ele obedeceu a Deus até a morte, e morte de cruz. Mesmo sem ter o mínimo de culpa, ele morreu. Não é sem razão que Deus o exaltou sobremaneira (9-11). Aleluia!

Algumas coisas práticas devem ser observadas para progredirmos neste assunto:

 1-Mudar o foco de nós e dos homens para Jesus.

 2-Mudar da expectativa para a iniciativa.

3-Julgarmos a nós mesmos e jamais aos outros.

4-Nos alegrarmos a medida em que vamos morrendo para nossa própria vontade (isto se chama santificação).

No amor de Jesus,
Daniel Souza.
 

 

  

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